[Resenha] - O Palácio da Meia Noite - Carlos Ruiz Zafón


ISBN-13: 9788581051598
ISBN-10: 8581051596
Ano: 2013 / Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Suma de Letras


Ben cresceu num orfanato onde ele e seus amigos fundaram uma sociedade secreta chamada Chowbar Socity. A sede da sociedade é o Palácio da Meia-Noite. Quando eles estão perto de completar 16 anos - idade máxima para viver no orafanto - eles precisam seguir suas vidas separadas. Antes disso, Ben vai acabar descobrindo segredos de seu passado que ele nem imaginava. Ben tem uma irmã gemea chamada Sheere, eles foram separados quando bebês pela avó deles, que largou ele no orfanato enquanto escolheu criar a neta com direito a diversas viagens pelo mundo. Mas tudo isso tem uma explicação, os gêmos são alvos de um espirito maligno, que é responsável pela morte da mãe deles. 
O Palácio da Meia-Noite é o segundo livro de uma trilogia infanto-junevil que Carlos Ruiz Zafón escreveu muito antes de ser famoso. Embora seja parte de uma série os livros não se conectam e podem ser lidos em qualquer ordem. 

Vocês já sabem o quanto eu sou apaixonada por Carlos Ruiz Zafón, e o quanto eu amo a narrativa dele. Sobre isso nada mudou, embora seja um livro voltado para um publico mais jovem você consegue perceber os elementos que tornaram Zafón conhecido. As frases impactantes, os mistérios capazes de tirar nosso sono. Está tudo ali, numa incrível mistura de suspense e adrenalina. Os membros da Chowber Socity são incriveis e cada um com seu jeitinho único nos conquista ao longo da história. 

A história tem muita aventura, o que faz com que o leitor fique vidrado em varios momentos. Afinal, quem de nós nunca sonhou em fazer parte de uma sociedade secreta quando era mais jovem? A sincronia dos personagens é incrível, e da uma saudade da facilidade com que faziamos amizades na adolescencia, aquela pureza e força, nos faz viajar e acreditar até mesmo no aldo fantástico da história. 


O livro é narrado de duas formas: através de Ian, um dos amigos do Ben, já adulto. Ele nos mostra a visão mais racional de um adulto a cerca da história, e através da terceira pessoa que conta a história enquanto ela acontece, quando os meninos tinham 16 anos.

É importante destacar que, mesmo sendo um livro para jovens, as caracteristicas de Zafón estão lá, não há finais felizes só porque é uma história infanto-juvenil. É aquele tipo de história que facilmente poderia ser confundida com uma história real. E você se pega imaginando se aquilo é ficção mesmo. 

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