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[Resenha] - Pax - Sara Pennypacker

Editora : Intrínseca
Gênero : Infanto Juvenil 
Lançamento : Julho de 2016
Número de Páginas : 288
Tradução : Regiane Winarski
Ilustrações : Jon Klassen 
ISBN : 9788551000229

foto de arquivo pessoal
"E, dessa vez, eles que tentassem obrigá-lo a ir embora. Aquilo era o certo a fazer. Ele e Pax. Inseparáveis." Pág. 29  
"Pax amava seu menino, mas, acima disso, sentia - se responsável por ele. Tinha o dever de protegê - lo. Quando não podia cumprir esse papel, a raposa sofria." Pág. 33 
E com essas duas citações, eu inicio a resenha de Pax. Esse é um livro que emociona desde o primeiro capítulo, sim isso mesmo que você leu! E olha que eu não costumo me emocionar lendo! Pax é uma raposa que foi resgatada com poucos dias de vida por Peter, um garoto pré - adolescente. Ele criou Pax com todo amor e carinho que uma criança pode dar ao seu bichinho de estimação. Contudo com a chegada da guerra, o pai de Peter resolveu levá - lo para a casa do avô, e o obrigou a abandonar Pax em um bosque, e se alistou no exército. Ao chegar a casa do avô e refletir sobre a situação, Peter decide que aquele não é seu lugar, seu lugar é com Pax, seu companheiro inigualável. Movido por culpa, lealdade e amor, Peter resolve embarcar na jornada de buscar sua raposa que foi deixada a mais de quinhentos quilômetros de distância. Enquanto isso Pax começa a perceber como são as coisas sem seu dono, e se mantém no lugar onde foi deixado, tendo a certeza que Peter virá buscá - lo.

foto de arquivo pessoal s2
"Tem uma doença que às vezes dá nas raposas que as faz deixar de agir de maneira normal e atacar estranhos. A guerra é uma doença humana parecida." Pág. 72
Pax fica sozinho por um tempo, mas como a região tem muitos animais, logo alguns começam a chamar sua atenção, até que ele descobre outras duas raposas, uma fêmea e um macho filhote. De início Pax é afastado pela fêmea que percebe que ele exala o cheiro dos humanos, cheiro que para todos os animais representa perigo e morte. Enquanto isso, Peter tem um contratempo logo no início da sua busca, e é encontrado por uma fazendeira e ex fuzileira descansando no seu celeiro. Confrontado ele acaba cedendo e contando a verdade de porque está ali. A mulher presta a assistência que Peter necessita, e quer que ele volte para seu avô. Mas Peter a convence, e ela diz que ele pode ficar com uma condição : seguir suas ordens, seus treinamentos para que ele possa se recuperar, e somente ela poderá dizer quando será isso. Sem outra saída ele aceita a oferta, e começa seu treinamento. A vida na fazenda ensina muitas coisas a Peter, e acompanhar seu evolução é algo extraordinariamente interessante. Enquanto isso, Pax também evolui, e começa a se adaptar bem no bosque, e a conviver com as outras duas raposas. Cada um deles : Peter, a fazendeira e Pax estão se conhecendo melhor como pessoas e animal que são. A necessidade de descobrir a verdade sobre si mesmo é algo inevitável para os três. 
foto de arquivo pessoal
"A verdade mais simples pode ser a coisa mais difícil de enxergar quando envolve a nós mesmos. Se você não quiser ver a verdade, vai fazer o que for preciso para disfarçá - la." Pág. 193
Foi muito legal quando notei o jogo que a autora fez com a personalidade de Peter e Pax. Enquanto a raposa é mansa, e necessita aprender a utilizar seu instinto selvagem para sobreviver no bosque; Peter precisa domar seu lado impulsivo e agressivo herdado do pai, que ele próprio percebe enquanto está na fazenda. Naquele lugar ele aprende lições valiosas, que carregará para toda vida, e em contrapartida ele mostra a fazendeira que ela também pode aprender com ele, em um sistema de reciprocidade emocionante de se ler. Após semanas de treinamento, aprendizado e fortalecimento Peter parte na parte final de sua busca por Pax, mais algumas adversidades e obstáculos são superados, e o final foi algo tão terno, tão cálido, tão fraterno, que é difícil segurar as lágrimas! A autora me surpreendeu, e ainda reservou além de emoção, uma boa dose de ação.

O livro é narrado em terceira pessoa, com capítulos alternados sob o ponto de vista de Peter e Pax. No início do capítulo temos uma ilustração revelando sob qual ponto de vista tal capítulo é narrado (vide foto acima). Eu fiquei maravilhado com o ponto de vista de Pax. A autora estudou bastante para compreender a natureza desses animais incríveis! Foi surpreendente e esclarecedor ver como os animais se sentem com a nossa presença, e como podemos ser vistos por eles como o maior male, ou salvação. É quase impossível não se afeiçoar a Peter, e sua dedicação por seu animal de estimação; e também a Pax e seu amor incondicional por seu cuidador humano. Eu fiquei maravilhado com todas as características inimagináveis que as raposas têm. Eu mentiria se não admitisse que me deu uma vontade absurda de ter uma raposa de estimação, kkkkkkkkkkkkk... 


foto de arquivo pessoal
A autora tem uma escrita arrebatadora e instigante. Conquistando o leitor facilmente, e nos levando a desejar dormir abraçado com esse livro fantástico! Amei cada página desse exemplar. A encadernação da Intrínseca está admirável! Em capa dura, com belas ilustrações, contra capa em tom de verde belíssimo, em suma, uma bela obra de arte! Esse livro me lembrou muito outros exemplares da editora, como : A Culpa é das Estrelas e Extraordinário. Livros que merecem ser lidos pela maioria dos leitores, se não por todos! É algo que te toca fundo no coração e na alma. Me senti revigorado após ler esse livro, e grato por ter tido a oportunidade de conhecê - lo. Digo simplesmente : LEIA, LEIA, LEIA. Eu me responsabilizo por um eventual desagrado seu em relação a ele! E depois compartilhe conosco sua opinião! ;)
Deixo essa citação que serve para todos nós, independente da idade e da época, algo atemporal :
"Muitas coisas boas vêm da raiva que sentimos por coisas ruins, muitas injustiças são consertadas assim. Mas primeiro temos que descobrir como controlá - la." Pág. 222

Novo conto sobre Ariana Dumbledore no Pottermore faz conexão com Animais Fantásticos e Onde Habitam.

Mais do que nunca estamos de olho no Pottermore. Qualquer novo conto poderia ajudar nas teorias que foram criadas a partir de Animais Fantásticos e Onde Habitam. E foi isso mesmo. Hoje, J.K.Rowling liberou um conto que fala sobre Ariana, irmã de Dumbledore. E isso só reforça as nossas teorias, confira: 
Resultado de imagem


A MISTERIOSA VIDA E MORTE DE ARIANA DUMBLEDOR

LANÇADO POR POTTERMORE.COM
TRADUÇÃO POR MARCELLO OLIVEIRA (Sobre sagas)
Relembrando a tragédia de uma jovem bruxa que morreu com 14 anos, mas cuja vida teve consequências de longo alcance.
Nós testemunhamos muitos atos de maldade, a maioria pelas mãos dos Comensais da Morte e seus apoiadores. Mas é impressionante, dado o poderoso potencial da magia negra, que os causadores de um dos piores atos de maldade vistos na história da bruxaria foi  um grupo de garotos trouxas comuns.
A vitima desse ato foi uma garota de seis anos de idade, Ariana Dumbledore, a irmã mais nova do brilhante diretor de Hogwarts Alvo, e do barman do Cabeça de Javali Aberforth.
 “Quando minha irmã tinha seis anos, ela foi atacada por três garotos trouxas. Eles estavam espiando através da cerca do jardim e a viram usar magia. Ela era uma criança, não podia controlar, nenhum bruxo ou bruxa consegue nessa idade. O que eles viram os apavorou, eu acho. Eles passaram pela cerca e quando descobriram que ela não estava fazendo truques, eles se empolgaram ao tentar fazê-la parar.Harry Potter e as Relíquias da Morte

O ataque brutal à jovem Ariana a deixou assustada e afetada, mentalmente instável e com medo de fazer magia. Seus poderes “se viraram para dentro”, o que é extremamente perigoso. Aberforth a descreve na maioria das vezes como “doce, e assustada, e inofensiva”, mas quando ela ficava nervosa, sua magia podia sair de dentro dela e ela poderia se tornar “estranha e perigosa”.
O efeito agitado do ataque à pobre Ariana se espalhou por todos os cantos da família. Seu pai, Percival Dumbledore, foi atrás dos garotos trouxas e foi enviado à Azkaban por agredi-los. Nunca revelando o porque dele ter feito, Percival temia que se o Ministério soubesse que Ariana ficou louca pelo que aconteceu, ela passaria o resto de sua vida no Hospital Sr Mungos para Doenças e Acidentes Mágicos.
Seguido da prisão de Percival, sua esposa Kendra Dumbledore mudou-se de onde o ataque aconteceu para Godric’s Hollow, onde manteve sua filha em extremo segredo  e só a deixava sair ao final da noite.
Na biografia de Rita Skeeter, A Vida e as Mentiras de Alvo Dumbledore, ela sugere que a vergonha de Kendra foi por ter produzido um aborto – um mago ou bruxa sem habilidades mágicas – o que a fez manter sua filha fora do vislumbre público. Ela alega que quando Alvo e Aberforth foram perguntados porque sua irmã não estava em Hogwarts, eles foram ensinados pela mãe a dizer “Minha irmã é muito delicada para a escola.”
É claro que não era a falta de habilidades mágicas, mas a existência de uma boa quantidade de inconfrontável magia que estava na raiz do encarceramento de Ariana.  Tragicamente, assim que Alvo graduou na escola e antes dele embarcar em uma viagem ao redor do mundo com seu amigo Eliphas Doge, sua mãe Kendra morreu como resultado das explosões mágicas de Ariana.
“Então, quando ela tinha quatorze anos… veja bem, eu não estava aqui – disse Aberforth. – Se eu estivesse aqui, eu poderia tê-la acalmado. Ela teve uma série de suas crises, e minha mãe já não era mais tão jovem, e… foi um acidente. Ariana não podia controlar isso. Mas minha mãe foi morta.”Harry Potter e as Relíquias da Morte

Alvo cancelou sua viagem e retornou para casa para cuidar de Ariana, insistindo que seu irmão mais novo continuasse seus estudos em Hogwarts. Mas o jovem Alvo, que estava planejando suas viagens e sua brilhante carreira, estava ressentido em ficar preso a uma casa em Godric’s Hollow com uma irmã que precisava de cuidado constante.
“Eu era talentoso, brilhante. Eu queria escapar. Queria brilhar. Queria glória. Não me interprete mal, – ele disse, e a dor cruzou sua face de tal forma que agora ele parecia velho denovo. – Eu os amava. Amava meus pais, amava meu irmão e minha irmã, mas eu era egoísta, Harry, mais egoísta que você, que é uma pessoa notavelmente altruísta, pode imaginar.”“Tanto que, quando minha mãe morreu, e eu fiquei responsável por uma irmã deteriorada e um irmão teimoso, eu retornei a minha vila com raiva e amargura.Enjaulado e desperdiçado, eu pensei! E então, é claro, ele veio…”Harry Potter e as Relíquias da Morte

“Ele” é Gerardo Grindelwald, é claro, o brilhante bruxo que deveria ter ganho o titulo de maior bruxo das trevas do último século se Voldemort não tivesse o tirado do posto uma geração depois.
Gerardo fez amizade com o Alvo de 17 anos quando ele veio para ficar com sua tia avó Bathilda Bagshot, durante o verão após a morte de Kendra. A dupla se tornou inseparável enquanto compartilhavam ideias para uma “nova ordem bruxa” e criaram uma obsessão com as Relíquias. Mas Aberforth sentiu que a amizade de Alvo com Grindelwald deixou Ariana abandonada. Ele os desafiou e a argumentação se tornou uma luta com consequências devastadoras.
Eu puxei a minha varinha, ele puxou a dele, e a Maldição Cruciatus foi usada em mim pelo melhor amigo do meu irmão… e Alvo tentou pará-lo, e então nós três estávamos duelando, e os jatos de luz e explosões deixaram-na fora de ação, ela não podia suportar aquilo… – A cor da face de Aberforth foi sugada como se ele tivesse sofrido uma ferida mortal. – E acho que ela queria ajudar, mas ela não sabia realmente o que estava fazendo, e eu não sei qual de nós fez aquilo,pode ter sido qualquer um de nós – e ela estava morta.”Harry Potter e as Relíquias da Morte

Precisamente, quem lançou o feitiço que matou Ariana ainda não é claro, embora quando Harry encontrou Alvo Dumbledore em King’s Cross, depois de ter sido quase morto durante a Batalha de Hogwarts, o velho diretor sugeriu fortemente que foi Grindelwald quem conjurou o feitiço mortal.
“Grindelwald perdeu controle. Aquilo que eu sempre senti nele, embora tenha fingido não sentir, agora se mostrara como um ser terrível. E Ariana… depois de todo o cuidado de minha mãe…jazia morta sobre o chão.”Harry Potter e as Relíquias da Morte

Foi em uma “luta ao lado da caixão” no funeral de Ariana que o diretor de Hogwarts teve seu nariz quebrado por seu furioso irmão, Aberforth. Os irmãos se reconciliariam em breve mas os sentimentos de culpa e suas dores separadas parecem que nunca foram verdadeiramente dissipadas.
A decisão de Alvo de ir atrás de Grindelwald para impedir suas atrocidades anos depois parece ter sido alimentada em parte pela morte de Ariana. Reconhecendo como seu julgamento foi obscurecido pela sua obsessão com as Relíquias, ele informou que recusaria ao posto de Ministro da Magia.
O diretor de Hogwarts cometeu um último erro como resultado dos sentimentos de culpa que cercaram a morte de Ariana: ele colocou no dedo o anel amaldiçoado contendo a Pedra da Ressurreição que Voldemort transformou em Horcrux – um ato mal orientado, mas também compreensível.
“Eu o peguei e o coloquei, e por um segundo eu imaginei que estava prestes a ver Ariana, e minha mãe, e meu pai, e dizê-los o quanto, quanto arrependido estava…”Harry Potter e as Relíquias da Morte

[Resenha] - Sou fã! E agora? - Frini Georgakopoulos

Sub-título : Um livro para quem é apaixonado por histórias
Gênero : Literatura nacional
Editora : Seguinte
Lançamento : Agosto de 2016
Número de páginas : 160
ISBN : 9788555340154

foto de arquivo pessoal!
Deu para perceber que sou fã de HP? rsrs
Olá galera que acompanha nosso blog! Quem aí nunca sofreu algum tipo de pré conceito por ser um ávido leitor? Ou por ser fã de séries, animes, games e bandas musicais? Infelizmente essa realidade ainda tem raízes profundas no nosso país. Mas somos privilegiados com autores que, usam do seu talento para a escrita para desconstruir esses conceitos intoleráveis. Frini Georgakopoulos (sobrenome complicado de pronunciar, não é? rsrsrsrs); trabalha a um pouco mais de uma década no meio literário, organizando eventos que já teve as participações de Cassandra Clare (autora da série Os Instrumentos Mortais), e Kiera Cass (autora da série A Seleção). Além disso ela posssui um blog, o cheirodelivro.com, e um canal no Youtube. Frini é gente como a gente, e nesse exemplar ela através de breves artigos, elucida de uma forma muito simples e clara, a importância da literatura contemporânea e de ser fã dos mais variados assuntos do mundo geek. De forma divertida e coerente, ela exemplifica e deixa claro como agir quando nos deparamos com fatos inerentes ao nosso mundo literário, como : saber a importância de "saborear" a leitura dos livros, a morte dos nossos personagens favoritos e crushs, reconhecer os métodos e aspectos usados nas entrelinhas, etc. Eu particularmente achei muito importante ela chamar a atenção para tal fato, afinal de contas, nós leitores temos alguns hábitos que podem prejudicar a total absorção do que o autor (a) quer passar com sua história. 

foto de arquivo pessoal,
claro que não podia faltar o mundo dos heróis!
"Há algum tempo, ser fã significava ser exagerado, fanático. Ser nerd também era sinônimo de ser antissocial, esquisito e pateta. Hoje, ser fã é quase que padrão, e ser nerd é DEMAIS! Até porque se você não é fã de nada, nadinha que seja... parece que você é um navio sem bússola, à deriva, sem ter para onde ir e razão para chegar lá."
Frini esclarece também outros conceitos e expressões atuais do nosso mundo literário. O mundo de hoje é tão antenado e conectado, que nasceram várias expressões e gírias. Ela de forma brilhante exemplifica e aborda com naturalidade explicando tudo com destreza. Por exemplo : você sabe o que significa um livro YA (Young Adult)? E um Chick Lit? Esses e outros conceitos são por ela desmistificados, além de serem também exemplificados e demonstrados a sua importância. Frini ajuda o leitor a compreender sua condição como tal, a enfrentar os pré conceitos, e a usufruir com prazer do mundo geek. As últimas gerações estão naturalmente inseridas nesse mundo, mas as mais antigas ainda resistem e muitas vezes querem nos afastar. A autora então mune o leitor de argumentos simples para que ele se autoafirme e não desista com as pressões externas. E tudo isso de uma forma muito engraçada, dei altas gargalhadas com esse livro!
foto de arquivo pessoal
bottons, uma paixão
em comum que tenho com a autora!
"Assim como adultos não precisam ter vergonha de ler YA, também não precisam ter vergonha de ser fã. E quando o lado fã aflora, não basta curtir e acompanhar o seriado ou assistir ao filme, é preciso se tornar o mais próximo possível daquilo que adoramos." 
A parte final do livro, a autora dá várias dicas para quem quer compartilhar com outros fãs a sua opinião. Afinal quem nunca sentiu aquela vontade louca de conversar com todo mundo sobre o filme, música, livro, anime, game ou série de tv que adorou? E para isso que existe ou canais no Youtube, blogs, perfis no Instagram, fanpages e grupos no Facebook, grupos no Whatsapp, e eventos variados. Ela passa toda sua experiência, e dá dicas valiosas para que você não cometa erros inerentes a essa aérea. Essa parte é de um aprendizado inestimável. Foi um livro super gostoso de ler, apenas 160 páginas, que eu li em uma tarde! A autora é super legal, e foi muito divertido e revigorante perceber que independente de quem somos, temos tantas características em comum. Fiquei com o sentimento de gratidão por fazer parte desse mundo literário, com mais vontade ainda de conhecer outros fãs como eu, e de quem sabe um dia conhecer essa autora tão legal! Recomendo muito para você que é adolescente e enfrenta críticas nos ambientes que você convive. Também para você que é um jovem adulto, e que as vezes sente incertezas e dúvidas sobre aquilo que você gosta. Sou fã! E agora? é um livro para todos, independente da idade. Espero que a autora continue carregando a bandeira a favor dos fãs, e que nós possamos também carregar essa bandeira com todo orgulho e disposição. Até a próxima pessoal!
  
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